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 Paulo nas Nações Unidas
 
 Rita e Paulo Viriato em stand montado nas Nacões Unidas.
 
 O Troféu "Preserve o Planeta Terra"
 
 Placa comemorativa no jardim da orla de Santos, cidade natal de Paulo Viriato, marcando a passagem da maratona ecológica pela cidade.
 
Paulo V.C. Costa > Preserve o Planeta Terra > maratona ecológica
 
 
Para que se possa avaliar a dimensão real da Maratona Ecológica Preserve o Planeta Terra, é necessário, antes de tudo, que se reconheça o apoio irrestrito que o programa de mesmo nome – lançado por Paulo Viriato em 1990-91, ano que ocupou a Presidência de Rotary International – recebeu de todas os segmentos de Rotary, de várias entidades internacionais, autoridades e governos do Brasil e do exterior, através do intenso envolvimento dos clubes rotários de todo o mundo e que resultou num leque imenso e variado de iniciativas em favor do meio ambiente.

A idéia da Maratona Ecológica, envolvendo Rotarianos e suas comunidades trabalhando pela proteção do meio ambiente dentro dos parâmetros do Programa Preserve o Planeta Terra surgiu em junho de 1992, num encontro de Paulo Viriato com o Rotariano do México Jorge Rojo – que anos mais tarde viria a ser reconhecido como "Jorge Verde" – durante a realização da ECO 92, que reuniu na cidade do Rio de Janeiro representantes de mais de 120 países para analisar os problemas ecológicos do nosso planeta.

O idéia era de que a maratona, simbolizada por um troféu, percorresse todos os países da América do Sul, Central e do Norte, num período de 5 anos, visitando 1000 unidades rotárias, cada uma delas participando da maratona com a realização de um evento em favor da preservação do meio ambiente: uma palestra, um projeto ecológico, o plantio de uma árvore, ou por qualquer iniciativa que comprometesse o Rotary com a ecologia.

O troféu seria passado de mão em mão, de clube em clube, sendo transportado por atletas, em automóveis, trens, barcos e aviões, envolvendo jovens, estudantes, a comunidade e as unidades rotárias locais, incluindo Rotaract e Interact Clubs.

A Maratona não só percorreu os países das três Américas, como havia sido inicialmente previsto, como também visitou a Antártida e ainda, quando de sua passagem pelo Alasca, atravessou o Estreito de Bering e chegou à Sibéria.

Cinco anos depois, em maio de 1997, a Maratona estaria sendo oficialmente recebida na sede do Rotary International, em Evanston para um mês depois, em junho de 1997, cumprindo seu destino, chegar à sede das Nações Unidas em Nova York, onde foi solenemente recebida.